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sexta-feira, 14 de junho de 2013

O Casal MJ e P.

Ajuda muito, antes de se iniciar um processo destes, conhecer alguém que já o tenha feito. E nessa aspecto, o casa MJ e P foram excepcionais.

Tudo começou no momento em que a minha mulher descobriu um testemunho deles na net e lhes enviou uma mensagem. Com a resposta veio o convite para nos encontrarmos na sua casa, conversarmos e conhecermos as suas crianças, fruto de 2 adopções internacionais.
Explicaram-nos o que é que se deveria fazer e quais as expectativas que poderíamos e deveríamos ter, relataram-nos os seus casos e com isso desmistificaram muitos dos nossos receios.

Eram muitos, de facto, pois num processo deste, nem tudo são rosas... se no fim vêm a ser, podemos dizer que o caminho é repleto de Muitos Espinhos!

Hoje em dia, tornou-se um pouco mais fácil, pois surgiu a Meninos do Mundo, ONG que se dedica especificamente a este assunto e que é extremamente útil em muitos casos.

Aqui fica o link para o seu site.

http://www.meninosdomundo.org/

Explorem-nos, perguntem, envolvam-se!

terça-feira, 14 de maio de 2013

A 1ª “RECUPERAÇÃO”.


Após esta notícia, o Mundo como que parece desmoronar-se debaixo dos nossos pés. Contas e mais contas, e nunca menos dos 40 anos (Pai) é que conseguiriam vir a ser pais.

E porque não virarmo-nos lá para fora? Existem adopções internacionais? É possível? Já alguém o fez? E, estaríamos dispostos a isso? Nós e quem nos rodeia mais de perto, nomeadamente pais e família?

Porque não?

O AMOR é diferente conforme a cor da pele ou o tipo de cabelo? São menos crianças? São menos filhos?

Nada disso!!

Assim, depois da 1ª desilusão, chegou a 1ª esperança, uma luz ao fundo do túnel. Ainda pequena, mas que rapidamente viria a crescer…

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O 1º “CHOQUE”.


Pois é…

Depois de recebido o tão esperado “papelinho”, há que saber o que se segue. E, para isso, nada melhor do que agendar uma reunião com os técnicos da SS e perguntar.

Atendendo às características da criança pretendida, até 1 ano, caucasiana, sexo indiferente, passível de possuir alguma doença que, dentro das nossas possibilidades, fosse passível de conseguir lidar, nomeadamente asma, diabetes, alergias, entre outras do género, o tempo expectável andaria entre os 6 a 8 anos.

PUMMMM… 6 a 8 ANOS ????

Há que esclarecer que as nossas idades eram 27 (Mãe) e 34 (Pai)… e, tendo em conta que a idade mínima eram os 25 anos, não se estava muito fora do prazo.

E, sim… este foi o 1º choque… GRANDE.

domingo, 12 de maio de 2013

O início desta “aventura”.


E como é que se começa uma “aventura” destas?

Primeiro que tudo, tem que existir VONTADE.

Vontade de construir algo, de constituir uma família, de dar e receber AMOR INCONDICIONAL, enfim, de ser PAI e MÃE.

Então, primeiro do que tudo foi necessário procurar informação sobre como e onde iniciar um Processo de Adopção.

E estávamos no verão de 2007, mais concretamente em Agosto.

Visitámos o site da Segurança Social, onde estava tudo explicado.

Então, iniciámos a nossa demanda de preencher papeladas, recolher documentos, entre eles Registos Criminais, Certidões de Nascimento e de Casamento, Declarações do IRS, Fotocópias dos documentos de identificação (BI’s na altura) e Fotografias.

Depois foi entregar tudo nos serviços da Segurança Social, que na altura estavam instalados na Rua de Santana à Lapa.

Fomos informados que a candidatura iria ser analisada e que o passo seguinte seriam 3 reuniões, 2 delas naquelas instalações e 1 em nossa casa, para “avaliação” das condições.

Ou seja, para que pudessem ver se tínhamos espaço para receber uma criança, se estavam reunidas as condições mínimas de salubridade, etc e tal… Pelo menos foi isso que nos pareceu.


E, sensivelmente 7 meses depois, chegou uma carta, com o tão aguardado certificado, atestando que tínhamos sido considerados um “casal adoptante”.